Nota emitida pelo escritório Nobre & Tavares Advogados Associados pontua que a ação policial tratava-se de mandado de busca e apreensão sob sigilo.

​JI-PARANÁ (RO) – A defesa jurídica do ex-prefeito de Ji-Paraná, Isaú Fonseca, divulgou uma nota de esclarecimento detalhando as circunstâncias da operação policial realizada na residência do ex-gestor municipal. De acordo com o comunicado oficial, a diligência cumpriu exclusivamente mandado de busca e apreensão, inexistindo qualquer ordem judicial prévia de prisão preventiva ou temporária contra ele.

​Segundo a banca Nobre & Tavares Advogados Associados, o motivo da condução de Isaú Fonseca à sede da Polícia Federal foi a apreensão de uma arma de fogo localizada durante o cumprimento da busca no imóvel.

​A defesa informou que o armamento em questão é de propriedade do filho de Isaú, que reside na mesma casa, mas não estava no local no momento da abordagem. O texto ressalta que a arma se encontra plenamente legalizada perante as autoridades competentes:

​”A arma possui registro em nome de seu filho, que também reside no imóvel e estava ausente no momento da busca. A defesa destaca que o armamento está absolutamente regular e detém toda documentação necessária”, pontuou o comunicado.

​Investigação em sigilo

​Ainda de acordo com os advogados, o processo principal corre sob segredo de justiça. Diante disso, o corpo jurídico já formalizou pedido de acesso integral aos autos e ao inquérito policial para tomar ciência das investigações que motivaram a expedição do mandado.

​O documento é subscrito pelos advogados Dr. Caius Tavares, Dr. Célio Tavares, Dr. Aroldo Bueno e Dr. Áureo César, que afirmam estar atuando na adoção de todas as medidas legais pertinentes para resguardar as garantias constitucionais e o restabelecimento da liberdade do ex-prefeito.

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