Homem é preso após agredir companheira e ter mandado de prisão de mais de 30 anos descoberto em Ji-Paraná.

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Uma ocorrência de possível violência doméstica terminou com a prisão de um homem procurado pela Justiça na noite desta quinta-feira. De acordo com informações da Polícia Militar, uma guarnição da Força Tática foi acionada pela Central de Operações após denúncias de gritos vindos de um apartamento, indicando uma possível situação de agressão. Ao chegar ao local, os policiais identificaram o apartamento de onde partiam os gritos e encontraram uma mulher que apresentava lesões aparentes no rosto, além de inchaço e hematomas na região dos olhos, sinais compatíveis com agressão recente. Questionada pelos policiais, a vítima relatou que havia discutido com seu amásio, que inicialmente se identificou apenas como “Gerlei”, e que durante o desentendimento passou a agredi-la fisicamente. Os policiais então realizaram contato com o suspeito, que estava dentro do imóvel. Durante a abordagem, o homem demonstrou nervosismo e forneceu informações pessoais divergentes, inclusive alterando o nome em diferentes momentos, o que dificultou sua identificação nos sistemas policiais naquele momento. Diante da situação de agressão e das inconsistências nas informações, os envolvidos foram conduzidos até a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para registro da ocorrência.

Durante os procedimentos, os policiais compartilharam a fotografia do conduzido em grupos institucionais de agentes de segurança pública. Um policial de outra localidade reconheceu o suspeito e informou seus dados corretos. O homem foi então identificado como Adriano. Após nova consulta aos sistemas, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, expedido pela Vara Única da Comarca de Presidente Médici (RO). O mandado, expedido no dia 06 de março de 2026, determina o cumprimento de pena em regime fechado, totalizando 30 anos, 6 meses e 9 dias de prisão. Diante da confirmação, Adriano recebeu voz de prisão e permaneceu à disposição da Justiça. A Polícia Militar também destacou que as agressões e discussões ocorreram na presença de um bebê de aproximadamente seis meses, filha da vítima, o que evidencia ainda mais a gravidade da situação registrada.

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